A intensidade energética global diminui

A intensidade energética, a quantidade de energia necessária para produzir uma unidade do PIB, diminuiu em média 1,5% em todo o mundo desde 1990. As disparidades na intensidade energética permanecem muito altas: é 25% menor que a média mundial no Japão, Europa Ocidental, América Latina e Sul da Ásia, mas 40% maior na América do Norte e Oceania. A China, que apresentava o nível mais alto de intensidade energética em 1980, viu sua intensidade energética cair quatro vezes mais rápido que o resto do mundo: agora está na média mundial. Estas são algumas das conclusões de um estudo sobre as políticas energéticas de 63 países em todo o mundo, realizado pela Ademe no âmbito do Conselho Mundial da Energia. O estudo “Políticas e indicadores mundiais de eficiência energética” avalia a eficácia das várias medidas de política energética adotadas nesses 63 países.

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