O Protocolo de Quioto

O que é o Protocolo de Kyoto?

O Protocolo de Kyoto é um acordo para combater as mudanças climáticas adotado sob a égide da ONU em dezembro de 1997 na cidade japonesa de mesmo nome.

Exige que 38 países industriais reduzam suas emissões para a atmosfera de seis substâncias químicas responsáveis ​​pelo fenômeno e qualificadas como "gases de efeito estufa": dióxido de carbono ou dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e três gases fluorados.

As cotas se aplicam à média dos cinco anos de 2008 a 2012 que serão comparadas a 1990. Elas variam de acordo com os países: menos 8% para a União Européia a 15, 0% para a Rússia, menos 6% para o Japão, menos 7% para os Estados Unidos, + 8% para a Austrália.

Para entrar em vigor, ele deve ser ratificado pelos países 55 que representam pelo menos 55% das emissões de CO2 dos países industrializados no 1990.

Após a decisão em março do 2001 dos Estados Unidos (36,1% das emissões de referência, 25% das emissões globais de CO2) de não ratificá-lo, sua sobrevivência dependeu da Rússia (17,4% das emissões de referência).

O protocolo, já ratificado por 125 países, incluindo 29 países industrializados que representam 44,2% das emissões de referência, poderia, portanto, entrar em vigor logo após uma nova conferência da ONU sobre o clima em Buenos Aires (6 a 17 de dezembro).

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Prevê a abertura de negociações em 2005 sobre novos compromissos de redução a partir de 2013 que poderiam afetar o Sul pela primeira vez, atualmente isentos de qualquer obrigação quantificada.

Na ausência de países em desenvolvimento, a eficácia do protocolo é limitada.

Segundo um especialista da Agência Internacional de Energia, Cédric Philibert, Kyoto só deve reduzir as emissões globais de gases de efeito estufa esperadas em 3 em cerca de 2010%.

Aqui está o texto completo do Protocolo de Kyoto

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