Combustíveis “biocombustíveis” convencionais: um balanço catastrófico ambiental e energético

Estudos científicos desferem um golpe no etanol - “Dois estudos científicos acabam de questionar o interesse do desenvolvimento do etanol como biocombustível alternativo à gasolina.

1 - Primeiro, um estudo científico americano publicado em Bioscience conclui que o etanol para uso como combustível reduz a biodiversidade, aumenta a erosão do solo e consome grandes quantidades de água - (...)

2 - Um estudo anglo-americano, publicado na Nature resources research, que estima "que não há benefício energético em usar biomassa vegetal para fazer combustível". Segundo pesquisadores da Cornell University e Berkeley, o processo de fabricação do etanol a partir do milho exigiria 29% mais energia do que o etanol pode produzir como combustível, e o da madeira, 57% do Mais. Os resultados do biodiesel parecem ser da mesma ordem, com uma necessidade de energia para produzi-lo 27% maior do que a energia liberada como combustível para a soja e 118% para o girassol (...) ”- Jornal do Meio Ambiente

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Nota de economologia:

Para que essas análises sejam completas, seria útil a realização de estudos semelhantes sobre petróleo e combustíveis fósseis. Ou seja, veja seu impacto geral em toda a sua cadeia de “produção” e não apenas no nível de uso final. O que parece ser o caso agora….

Esses estudos devem levar em consideração, por exemplo, mas não apenas, os seguintes pontos:

1) Prospecção
2) Extração
3) Transporte de petróleo
4) Refinando o petróleo bruto
5) Transporte de produtos acabados

Além disso, para ser ainda mais global, seria necessário levar em conta o “custo” (economologicamente falando) das guerras (“preventivas” ou não) pelo petróleo (e pelos recursos fósseis em geral, inclusive o urânio). Esses custos seriam logicamente refletidos na parte 1) Prospecção.

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