Estudo DEA: álcool biocombustível, um paradoxo França-Brasil

Por que a França, enquanto teve um histórico avanço tecnológico na produção de álcool destilado, decorrente de sua matriz cultural produtora de álcool, não desenvolveu seu setor de bioetanol ou combustível nacional. Por que o desenvolveu no Brasil, no exterior e fez uma ruptura energética entre o setor, o petróleo e a nuclear quando o desenvolvimento comum era politicamente possível?

Aqui está o problema que o DEA de Armand Legay tenta resolver.


Veja o resumo e baixe o estudo completo da DEA sobre biocombustível

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